McLaren - Woking, Inglaterra, — A escuderia afirmou ter finalmente destravado o potencial da unidade de potência Mercedes, aposta que pode redesenhar seu destino no Mundial de Fórmula 1 a partir do GP de Miami.
- Em resumo: Equipe diz ter superado a curva de aprendizado do motor híbrido e promete ritmo mais agressivo já na próxima corrida.
Por que o entendimento do motor muda tudo?
Desde 2021, a McLaren voltou a usar propulsores Mercedes, mas a complexa divisão 50/50 entre energia térmica e elétrica só passou a ser dominada agora. Segundo dados da Anfavea, motores híbridos exigem calibrações até 40% mais sofisticadas do que blocos convencionais—uma realidade que também se reflete na F1.
O salto ficou evidente em Suzuka, onde Oscar Piastri terminou a apenas 0s3 da melhor volta de corrida, recorte que animou engenheiros e pilotos para o desafio nas ruas de Miami.
“Preenchemos a lacuna e temos todas as ferramentas para extrair o máximo da unidade de potência”, destacou o chefe Andrea Stella.
O que está em jogo para Lando Norris e Oscar Piastri
A McLaren soma 38 pontos e ocupa a quarta posição no Mundial de Construtores, 27 atrás da Mercedes. O último triunfo da equipe veio em Monza-2021; desde então, cada décimo é vital para voltar ao pódio.
Com a temporada de 24 GPs e regulamento de motores totalmente novo para 2026, compreender o atual pacote é estratégico: quanto antes vier a reação, mais recursos poderão migrar para o carro da próxima era híbrida.
O que você acha? A McLaren conseguirá brigar no pelotão de frente já em Miami? Para mais análises sobre o universo automotivo e da F1, visite nossa editoria Auto.
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